Vamos dividir entre impactos pessoais e patrimoniais.
Relativamente aos impactos pessoais é bastante diferente uma relação terminar no contexto de um percurso de toxicidade, elevada conflitualidade, por vezes violência, psicológica ou física, ou terminar num enquadramento tão amistoso quanto uma cessação de relacionamento permite. O mentoring relacional não serve apenas para tentar evitar a cessação do relacionamento, mas, também, para que caso isso aconteça os níveis de desgaste relacional sejam tão baixos quanto possível.
Existem dois desafios importantes no contexto do divórcio:
- O recasamento;
- As responsabilidades parentais em contexto de divórcio.
Falamos disso em outros textos.
Existem, depois, impactos patrimoniais relevantes, esses, possivelmente, evitáveis, ou muito minimizáveis. Mas, para isso, temos de tomar medidas mesmo antes do casamento:
- Pactos renunciativos;
- Regime de Bens.
Tanto a escolha do regime de bens (separação de bens, comunhão geral ou regime híbrido) como a renúncia recíproca à condição de herdeiro legitimário são feitas na convenção antenupcial. O tema do próximo texto.